Ácido Kójico

Ácido Kójico

O Ácido Kójico é um ativo clareador de referência dermatológica, indicado para o tratamento cosmético do melasma e de manchas escuras na pele. Sua ação inteligente inibe a produção excessiva de melanina, promovendo um clareamento eficaz e seguro. Ideal para quem busca como uniformizar o tom da pele, inclusive as mais sensíveis, sendo um pilar nos dermocosméticos Ada Tina para uma pele visivelmente mais luminosa e com tonalidade uniforme.

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O que é Ácido Kójico: O Despigmentante Natural para Melasma e Manchas

O Ácido Kójico é um potente despigmentante natural derivado da fermentação do arroz, amplamente reconhecido na dermatologia por sua capacidade de inibir a produção de melanina sem agredir a pele. Diferente de clareadores sintéticos agressivos, ele atua quelando os íons de cobre da tirosinase, "desligando" a fábrica de manchas de forma segura e eficaz, sendo a escolha ideal para o tratamento de melasma, manchas solares e marcas de acne.

 


 

A Ciência por Trás e o Mecanismo de Ação

Quimicamente conhecido como 5-hidroxi-2-hidroximetil-4-pirona (C6H6O4), o Ácido Kójico é um metabólito secundário produzido por diversas espécies de fungos, principalmente Aspergillus oryzae e Penicillium. Sua eficácia clínica reside em um mecanismo de ação específico e elegante, a quelação de íons metálicos.

A enzima chave na melanogênese (processo de formação da mancha) é a tirosinase, que depende de íons de Cobre em seu sítio ativo para catalisar a oxidação da tirosina em DOPA e subsequentemente em melanina. O Ácido Kójico sequestra esses íons de cobre, inativando a enzima tirosinase por falta de cofator.

Além da inibição enzimática, o Ácido Kójico atua como um captador de espécies reativas de oxigênio (ROS), prevenindo a conversão oxidativa de catecolaminas em melanina. Diferente da Hidroquinona, o Ácido Kójico não é citotóxico para o melanócito; ele apenas inibe sua função hiperpigmentadora, preservando a integridade celular e evitando efeitos adversos graves como a ocronose exógena ou a hipopigmentação em confete.

 


 

O Que Isso Significa para Sua Pele?

Imagine que o melanócito (a célula que produz a cor da pele) é uma fábrica, e a tirosinase é o gerente que manda produzir pigmento toda vez que há sol ou inflamação. O Ácido Kójico atua "tirando a caneta" da mão desse gerente. Sem a ferramenta necessária (o cobre), a ordem de produção de mancha não é assinada.

  • Clareamento Seguro: Ele clareia manchas escuras já existentes e previne novas, sem deixar a pele sensível ou vermelha como outros tratamentos antigos.

  • Uniformização do Tom: Sabe aquele aspecto de pele "suja" ou manchada? O uso contínuo devolve a uniformidade e o "glow" natural.

  • Tratamento de Verão a Verão: Por não ser fotossensibilizante (não reagir mal ao sol), pode ser usado durante o dia, desde que acompanhado de um bom protetor solar, permitindo um tratamento de manchas 24 horas (dia e noite).

 


 

O Diferencial ADA TINA: Sinergia Kójico + Difendiox®

O grande desafio do Ácido Kójico no mercado cosmético convencional é a sua estabilidade. Em formulações comuns, ele oxida facilmente em contato com o ar ou luz, tornando-se marrom e perdendo eficácia. A ADA TINA utiliza tecnologias avançadas para garantir a integridade do ativo, mas o verdadeiro diferencial reside na combinação com o exclusivo Difendiox®.

Enquanto o Ácido Kójico ataca a enzima da mancha, o Difendiox® cria o ambiente celular perfeito para que o clareamento ocorra, agindo em múltiplas frentes complementares:

  • Potencialização da Quelação: Assim como o Ácido Kójico, os polifenóis presentes no Difendiox possuem atividade quelante de íons metálicos comprovada, inibindo cofatores da tirosinase (como o cobre) e atuando como doadores de elétrons para reduzir as reações oxidativas que geram a melanina. Isso cria um efeito sinérgico de "duplo bloqueio".

  • Combate à Inflamação Subclínica: O melasma é frequentemente agravado pela inflamação. O Difendiox neutraliza mediadores inflamatórios. Ao "acalmar" a pele inflamada, ele impede que o melanócito seja estimulado novamente.

  • Proteção do DNA e da Matriz: O Difendiox protege o DNA celular contra o estresse oxidativo e inibe metaloproteinases (MMP-1), preservando o colágeno. Isso garante que a pele clareada seja também uma pele jovem e firme.

Esta abordagem integrada transforma o uso do Ácido Kójico de um simples despigmentante para um sistema completo de clareamento e rejuvenescimento biológico.

 


 

Como Combinar com Outros Ativos e História

O Ácido Kójico funciona excepcionalmente bem quando combinado com Ácido Glicólico (que afina a pele, facilitando a penetração do Kójico) e Vitamina C (que recicla a oxidação e potencializa o brilho).

Foi descoberto no Japão em 1907. Cientistas notaram que as mãos dos produtores de saquê (bebida de arroz fermentado) eram incrivelmente brancas e jovens. Ao investigar, isolaram o composto do fungo
Aspergillus usado na fermentação (Koji), dando origem a um dos clareadores mais respeitados do mundo.

 


 

Referências Científicas

 


 

Matéria revisada por Dr. Maurizio Pupo Farmacêutico Bioquímico CRF-SP 13.328, Especialista em Cosmetologia e CEO da ADA TINA Italy.

 

❓ FAQ – Ácido Kójico: Compatibilidade e Tolerância


1. Quem deve usar Ácido Kójico?

É indicado para pessoas com melasma resistente, manchas solares (lentigos), olheiras pigmentares e hiperpigmentação pós-inflamatória (aquelas marcas escuras que ficam após uma espinha inflamar).


2. Ácido Kójico serve para pele oleosa?

Sim. Além de despigmentante, ele possui propriedades antimicrobianas leves que ajudam a combater bactérias, sendo excelente para peles acneicas que sofrem com manchas residuais.


3. Qual a diferença entre Ácido Kójico e Hidroquinona?

A Hidroquinona mata ou danifica a célula de pigmento e tem risco de efeitos colaterais graves a longo prazo. O Ácido Kójico apenas "pausa" a produção de pigmento, sendo muito mais seguro para uso contínuo e manutenção.


4. Ele funciona em Melasma antigo?

Sim. O Ácido Kójico é eficaz tanto no melasma recente quanto no antigo, embora casos crônicos exijam combinações com outros ativos (como Vitamina C ou Ácido Glicólico) para acelerar a remoção do pigmento dérmico.


5. Pode usar na gravidez?

Embora seja considerado mais seguro que a hidroquinona, o uso de qualquer despigmentante na gestação deve ser estritamente avaliado pelo obstetra e dermatologista. Geralmente, opta-se por concentrações mais baixas ou substitutos.


6. Quanto tempo demora para fazer efeito?

Os primeiros sinais de luminosidade aparecem em 2 semanas. O clareamento efetivo de manchas mais densas geralmente é observado a partir da 4ª a 6ª semana de uso disciplinado.