A preferida dos dermatologistas mais exigentes

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O Projeto

Até o início do século 20, os cosméticos lançados no mercado não possuíam nenhuma garantia de segurança ao consumidor.

Na década de 1940, testes em animais eram o único recurso disponível que a indústria cosmética possuía para avaliar o potencial tóxico de uma substância, ou antecipar se um composto tinha capacidade de causar algum tipo de irritação à pele ou aos olhos.

Com o passar do tempo, esses testes passaram a ser alvo de críticas devido ao sofrimento causado aos animais e pelas diferenças entre o organismo de animais e seres humanos, o que pode levar a falsos resultados na conclusão dos experimentos.

Com o avanço tecnológico e científico, pesquisadores do mundo todo têm se dedicado ao desenvolvimento de métodos alternativos, mais sofisticados e precisos para garantir a segurança e eficácia de cosméticos, sem que haja a necessidade de causar sofrimento aos animais.

Objetivo

A ADA TINA desenvolve produtos obedecendo ao conceito Life Concept, que segue rigorosamente três princípios: "Respeito à Natureza", "Respeito à Pele" e "Respeito aos Animais".

Desde sua origem, a ADA TINA segue os ideais italianos de não realizar testes em animais, além de não utilizar ingredientes de fonte animal ou produzidos por qualquer processo que envolva o sofrimento destes.

A ADA TINA respeita todos os tipos de vida e acredita que não é necessário causar dor a um animal inocente, já que esta é uma ferramenta antiga e desnecessária e que já existem métodos alternativos e eficazes para garantir a segurança de um produto cosmético.

Aqui vão alguns exemplos

  • Em mais de 80% do mundo, incluindo o Brasil, ainda é permitido que testes sejam realizados em animais para produção de cosméticos.

  • A China exige obrigatoriamente que produtos vendidos em seu território sejam testados em animais. Estima-se que para o desenvolvimento de cada produto sejam utilizados 72 animais, o que resulta no sofrimento de mais de 300.000 animais no período de um ano.

  • Nos 28 países da União Europeia, é proibido testar produtos cosméticos acabados e ingredientes em animais. É proibida também a comercialização de qualquer produto importado que tenha realizado esse tipo de teste durante sua produção.

  • No Brasil, um projeto de lei está tentando impedir que produtos cosméticos acabados sejam testados em animais, o que não veta testes de novos ingredientes. Sendo assim, o projeto de lei proíbe um teste que quase não é realizado, resultando em nada para impedir o sofrimento dos animais.