Guia de Manchas

MELASMA

A DermoEpidemia do Século XXI

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Milhões de pessoas sofrem com Melasma

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Estima-se que o Melasma atinja 35% das mulheres

O que é Melasma?

É uma condição comum que afeta principalmente mulheres e é causado majoritariamente pelas radiações UVA e UVB do Sol.

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Índice de UV

Conheça o índice UV e a proteção recomendada de acordo com a medida padrão da OMS

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0 - 2
Baixo

Protetor Solar FPS 30

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3 - 5
Moderado

Protetor Solar FPS 30 e Óculos Escuros

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6 - 7
Alto

Protetor Solar FPS 30, Óculos Escuros e Chapéu

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8 - 10
Muito Alto

Protetor Solar FPS 30, Óculos Escuros, Chapéu e Roupas

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11+
Extremo

Não se expor ao sol

Brasil: Índice UV 11+

O Brasil é uma das maiores vítimas do Índice UV - considerado extremo.
A exposição solar causa danos profundos ao DNA.
Esses fatores contribuem para a formação de uma dos Melasmas mais resistentes do mundo.

UVB CAUSA DANOS DIRETOS

Ocasiona eritemas, ardência e descamação

UVA CAUSA DANOS INDIRETOS

Gera radicais livres que oxidam as bases do DNA (danos celulares)

Tratamento de Melasma

  • Produtos especificamente desenvolvidos para o Melasma da Mulher Brasileira - que é violentamente exposta ao sol

  • Produtos Altamente Concentrados

  • Produtos com Poderosos Agentes de Permeação (que chegam até as camadas mais profundas da pele e removem o "efeito tatuagem")

Classificação do Melasma

Classificação dermatológica

Exige equipamentos específicos para avaliação

Reclassificação segundo Dr. Maurizio Pupo

Simples, prático e permite a definição do Protocolo Exato

Graus do Melasma

Melasma

GRAU 1

Menos de 1 ano

Manchas Claras

Manchas superficiais

Melasma Epidérmico

Melasma

GRAU 2

Menos de 5 anos

Manchas Bem Visíveis

Manchas Escurecidas

Melasma Misto

Melasma

GRAU 3

Mais de 5 anos

Manchas Resistentes

Manchas Profundas

Melasma Dérmico

Melasma

GRAU 4

Mais de 10 anos

Manchas Muito Resistentes

Manchas Muito Profundas

Melasma Dérmico Grave

Melasma por profundidade — Guia didático do Dr. Maurizio Pupo

Melasma por profundidade: epiderme, derme e como interpretar a tendência de “graus” (guia didático do Dr. Maurizio Pupo)

Este conteúdo explica, de forma técnica e didática, a relação entre melasma epidérmico, melasma misto, melasma dérmico e melasma indeterminado — e como essa leitura ajuda a organizar expectativas e consistência de cuidado.

Tabela prática: profundidade do melasma × “graus” (leitura didática)

Observação: “graus” abaixo são uma organização didática (tempo de evolução e tendência de resistência), não uma classificação médica oficial.
Profundidade Como costuma aparecer Equivalência didática (tendência)
Epidérmico Marrom mais nítido, superficial Grau 1 (mais comum)
Misto Marrom + acinzentado, combinado Grau 2 (mais comum)
Dérmico Acinzentado/azulado, difuso e persistente Grau 3 e Grau 4
Indeterminado A lâmpada de Wood pode não definir com clareza Pode existir em qualquer Grau

Como interpretar a tabela: melasma por profundidade e tendência de comportamento

A classificação de melasma por profundidade descreve onde o pigmento predomina: epiderme (mais superficial), derme (mais profunda) ou ambas (misto). Em contexto clínico, essa leitura pode ser apoiada por avaliação visual e, quando indicado, por lâmpada de Wood e dermatoscopia. De forma geral, maior participação superficial tende a se manifestar como tom marrom mais nítido; maior participação profunda pode aparecer como tom acinzentado/azulado, com bordas menos definidas e maior persistência.

A tabela conecta profundidade com uma leitura didática em “graus” (1 a 4), que organiza o tema por tempo de evolução e tendência de resistência. Essa organização é útil para alinhar expectativas e reforçar a importância de consistência e manutenção, sem prometer resultados.

Melasma epidérmico (superficial): pigmento na epiderme e tendência a Grau 1

No melasma epidérmico, o pigmento predomina na epiderme. O aspecto costuma ser mais marrom, com contornos relativamente definidos, o que frequentemente se aproxima do Grau 1 na leitura didática (quadros mais recentes e, muitas vezes, mais superficiais).

Melasma misto (mais comum): epiderme + derme e tendência a Grau 2

O melasma misto combina pigmento na epiderme e na derme, podendo alternar áreas marrom e áreas acinzentadas na mesma região. Por apresentar um padrão frequentemente gradual, costuma se alinhar ao Grau 2 na leitura didática, reforçando a importância de disciplina e manutenção.

Melasma dérmico (profundo): pigmento na derme e tendência a maior persistência (Grau 3–4)

No melasma dérmico (ou melasma profundo), o pigmento predomina na derme. Visualmente, pode aparecer mais difuso, com bordas menos definidas e tonalidade acinzentada/azulada. Por ser um padrão frequentemente mais persistente, costuma se aproximar de Grau 3 e Grau 4 na leitura didática (maior tempo de evolução e tendência de resistência).

Melasma indeterminado: quando a lâmpada de Wood não define o padrão com clareza

O melasma indeterminado é um termo usado quando a lâmpada de Wood não evidencia um padrão de profundidade de forma clara. Nesses casos, a avaliação costuma considerar o conjunto do exame clínico e pode ser complementada por dermatoscopia. Como a profundidade não fica evidente por um único método, esse padrão pode se encaixar em qualquer Grau na leitura didática.

Por que essa equivalência é útil

Esta organização ajuda a traduzir o tema em linguagem prática: em geral, quanto maior a participação dérmica e quanto mais longo o tempo de evolução, maior tende a ser a persistência do quadro. Isso contribui para alinhar expectativas e reforçar a importância de consistência e manutenção.

FAQ — Melasma (Perguntas Frequentes) | ADA TINA Italy

Entendendo o melasma

1) O que é melasma?

Melasma é uma hiperpigmentação adquirida (manchas acastanhadas) que aparece com mais frequência no rosto (testa, bochechas, buço e queixo). Costuma ter comportamento crônico e recorrente, podendo clarear e escurecer novamente quando os gatilhos não são controlados.

2) Melasma tem cura definitiva?

Em geral, pode melhorar muito com rotina adequada e acompanhamento, mas costuma exigir manutenção. Os resultados variam de pessoa para pessoa.

3) Por que o melasma aparece?

O principal fator associado ao surgimento e à manutenção do melasma é a radiação solar (especialmente UVA, além de UVB), sobretudo quando a fotoproteção é inconsistente (quantidade insuficiente, aplicação irregular e falta de reaplicação quando necessário). Outros fatores podem atuar como agravantes em pessoas predispostas: predisposição genética, influência hormonal, calor, luz intensa/visível (em algumas pessoas) e inflamação/irritação da pele.

4) Melasma é hormonal?

Pode ter componente hormonal, mas em geral é uma combinação de predisposição + radiação solar + agravantes (como calor e inflamação). A influência varia entre pessoas.

5) Como diferenciar melasma de outras manchas?

Nem toda mancha é melasma. Pode ser hiperpigmentação pós-inflamatória, lentigos solares, manchas após acne e outros quadros. O ideal é avaliação com dermatologista, porque a estratégia de cuidado pode mudar.

O que piora e o que evitar

6) Melasma piora no verão?

Com frequência, sim. O aumento de radiação solar e calor costuma agravar, exigindo reforço de fotoproteção e manutenção.

7) Melasma piora mesmo sem sol direto?

Pode piorar. Exposição indireta do dia a dia (deslocamentos, janelas e ambientes iluminados) pode influenciar, especialmente quando a fotoproteção é inconsistente.

8) Calor (cozinhar, academia, sauna) pode piorar?

Em algumas pessoas, sim. O calor pode ser um agravante relevante. Vale observar gatilhos individuais, ajustar horários e reforçar a estratégia de proteção.

9) Estresse causa melasma?

Em geral, não é causa única, mas pode influenciar indiretamente por hábitos, sono, inflamação e constância de rotina. O impacto tende a ser individual.

10) O que evitar para não piorar?

Em geral: sol sem proteção e sem reaplicação quando necessário; calor intenso recorrente (quando percebido como gatilho); rotinas agressivas que irritam a pele; mistura de muitos ativos sem orientação; e “receitas caseiras”.

Fotoproteção (pilar central no melasma)

11) Qual o melhor protetor solar para quem tem melasma?

Para melasma, priorize protetores solares com alta proteção UVA/UVB e alta fotoestabilidade. Na ADA TINA Italy, o Biosole Oxy FPS 85 utiliza a Tecnologia Solent® 12HS, que oferece 12 horas de fotoestabilidade contínua, ajudando a manter a proteção ativa por mais tempo. Além disso, as fórmulas da ADA TINA Italy são desenvolvidas com foco em segurança e tolerância da pele, evitando filtros e ingredientes controversos como avobenzona, parabenos, óleo mineral, benzofenona-3, octocrileno e 3,4-metilbenzilideno cânfora. Importante: reaplique o protetor solar após suor intenso, contato com água ou sempre que houver necessidade de reforçar a proteção da pele.

12) Protetor com cor é melhor para melasma?

Para muitas pessoas, pode ser um diferencial, porque os pigmentos ajudam a reforçar a proteção em parte da luz visível, além de uniformizar o tom.

13) Quanto protetor solar usar?

A maioria das pessoas usa menos do que o necessário. Para o rosto, aplique uma camada generosa e uniforme, cobrindo rosto, orelhas e, se exposto, pescoço. O modo de uso pode ser orientado por profissional, especialmente em peles sensíveis.

Sobre ADA TINA: segundo materiais institucionais da marca, há diferentes plataformas de filtros, incluindo opções 100% minerais (ex.: Soleize) e a Tecnologia Organo Mineral (ex.: Normalize). A marca também descreve a Tecnologia Solent® 12HS como proposta de fotoestabilidade contínua “por até 12 horas” e informa fórmulas livres de Avobenzona, Parabenos, Óleo Mineral, Benzofenona-3, Octocrileno e 3,4-Metilbenzilideno Cânfora.

Observação: mesmo com tecnologias avançadas, a eficácia percebida depende de quantidade aplicada, cobertura completa e fatores como atrito, suor e contato com água.

14) Quantas vezes reaplicar o protetor?

A reaplicação depende de suor, água, atrito e nível de exposição. Mesmo em rotinas do dia a dia, pode ser necessária em situações de suor excessivo, contato com água, exposição prolongada e atrito (toalha, roupa, toque constante). Siga as orientações do rótulo e, quando possível, a recomendação do dermatologista.

15) Se ficar em casa, precisa usar protetor?

Sim. Mesmo ficando em casa, é recomendado usar protetor solar diariamente, especialmente em pele com melasma, porque a radiação UVA pode atravessar vidros (janelas e carro) e continuar estimulando o escurecimento de manchas em pessoas predispostas.

16) Maquiagem substitui protetor solar?

Não. Maquiagem pode complementar, mas não substitui protetor aplicado em quantidade adequada.

Tratamento cosmético e ativos

17) Quais ativos costumam ser usados para ajudar no melasma?

No cuidado do melasma, destacam-se ativos como Difendiox® (exclusivo ADA TINA Italy), niacinamida, vitamina C e ácido tranexâmico, que atuam de forma complementar na proteção, uniformização do tom e fortalecimento da pele, sempre associados ao uso diário de protetor solar de alta fotoestabilidade.

18) Quanto tempo demora para ver melhora?

A melhora do melasma não é imediata. Em geral, os resultados começam a aparecer ao longo de semanas a meses, de forma gradual e progressiva. A evolução tende a ser mais consistente quando a fotoproteção é feita corretamente e de forma contínua.

O PPP do Dr. Maurizio Pupo é um conceito científico da ADA TINA Italy que reforça que a melhora do melasma depende da disciplina diária na fotoproteção, e não apenas do uso ocasional de produtos. O PPP significa:

  • P — Produto correto: escolher protetores solares e dermocosméticos adequados, com alta proteção UVA/UVB, fotoestabilidade e segurança dermatológica.
  • P — Protocolo adequado: usar o produto da forma correta, respeitando quantidade, modo de aplicação e reaplicação.
  • P — Persistência: manter a proteção da pele todos os dias, com disciplina e constância, pois a melhora do melasma é gradual.
19) Por que alguns clareadores parecem “piorar” o melasma?

Muitas vezes é irritação: ardor, vermelhidão e descamação podem aumentar inflamação e favorecer escurecimento. Rotinas muito agressivas também podem gerar efeito rebote em algumas pessoas.

20) Hidroquinona é perigosa?

A hidroquinona é considerada um ativo “vilão” no melasma quando usada sem orientação, porque pode até clarear no início, mas com uso inadequado aumenta muito o risco de irritação, sensibilização e efeito rebote (a mancha volta pior). Em situações de uso prolongado e sem acompanhamento, também pode favorecer alterações de cor indesejadas, como manchas brancas e, em alguns casos, escurecimento acinzentado/azulado, que pode ser difícil de reverter.

A boa notícia é que hoje existem estratégias de manutenção e dermocosméticos modernos que podem ajudar na uniformização do tom com melhor tolerância, especialmente quando associados à fotoproteção rigorosa (PPP: Produto correto, Protocolo adequado e Persistência).

Observação: qualquer rotina para melasma depende de fotoproteção diária bem feita e constância de uso.

21) “Estou usando clareadores e parece que minha mancha piorou”. Por quê?

Em alguns casos, não é a mancha que piorou: a pele ao redor pode clarear mais rápido, enquanto o melasma clareia mais lentamente. Isso aumenta o contraste e dá a impressão de piora. Por isso, é útil seguir o PPP do Dr. Maurizio Pupo:

  • P — Produtos corretos
  • P — Protocolo adequado (ordem, quantidade, frequência e uso contínuo)
  • P — Persistência com fotografias mensais (para acompanhar evolução com consistência)
22) Como montar uma rotina básica para melasma?

Exemplo de estrutura geral:

  • Manhã: limpeza suave + tratamento (se tolerado) + protetor solar (muitas pessoas preferem com cor)
  • Noite: limpeza suave + tratamento indicado + suporte à barreira cutânea

Observação: a rotina ideal depende do tipo de pele, sensibilidade e histórico de irritação.

23) Se parar o tratamento, volta?

Pode voltar a escurecer, principalmente se fotoproteção e manutenção forem interrompidas. O comportamento é individual.

Procedimentos e situações especiais

24) Laser resolve melasma?

Pode ajudar em casos selecionados, mas também pode piorar quando provoca inflamação ou quando a energia não é bem indicada. Precisa de avaliação experiente e plano de manutenção.

25) Peeling ajuda?

Pode ajudar quando bem indicado. Peelings agressivos ou mal ajustados aumentam risco de irritação e hiperpigmentação pós-inflamatória.

26) Microagulhamento é indicado?

Em alguns casos pode ser considerado, mas existe risco de inflamação. Deve ser individualizado e conduzido por profissional habilitado.

27) Melasma na gravidez e amamentação: posso tratar?

Várias substâncias e procedimentos têm restrições nesse período. Em geral, foca-se em fotoproteção rigorosa e rotinas suaves. Qualquer conduta deve ser orientada por médico.

28) Anticoncepcional piora melasma?

Pode piorar em algumas pessoas. Decisões sobre método contraceptivo devem envolver ginecologista e dermatologista, considerando riscos e benefícios.

Quando procurar um dermatologista? Procure avaliação se não houver certeza do diagnóstico, se houver piora apesar de fotoproteção consistente, se a pele estiver irritada com tratamentos, ou antes de iniciar medicamentos, peelings e lasers.

Observação de segurança: conteúdo educativo; cada pele responde de forma diferente e a estratégia deve ser individualizada.

Aviso importante: conteúdo informativo e educacional. Não substitui avaliação individual e não promete resultados. Em caso de dúvidas sobre manchas na pele, procure orientação profissional.

Rotina de Skinacre ADA TINA

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